No extremo norte da maio região agricola ao sul de Gebel el-Silsila, em uma curva do Nilo, ergue-se o magestoso Templo de Kom Ombo.
Em razão de tecnicas agricolas aperfeiçoadas, este local foi muito importante no período ptolomaico, de que datm quase todos os monumentos. No entanto Champollion (1790-1832), viu um portal da 18° dinastia no muro de vedação sul e encontra-se neste local blocos do Novo Império espalhados. Parte do antepadio do Templo foi erodida pelo rio, enquanto a zona por detraz da vedação é pouco explorada, podendo os vestigios antigos ter sido arrastados ou estarem enterrados.

A capela do Nascimento, mais próxima do rio, perdeu a sua metade oeste. Apoia-se contra o pilone principal, talvéz porque o espaço já fosse pouco na Antiguidade (as trazeiras do Templo estão igualmente apertadas contra o muro circundante). O pilone tem um portal duplo, primeiro sinal de um plano complexo em que há um eixo para cada portal principal e um numero geralmente grande de salas intermediarias, culminando em dois santuarios.
Da primeira sala hipostila sai um corredor que circunda toda a parte interior do templo e compreende na sua largura, algumas pequenas câmaras nas trazeiras. Este é, pór sua vez, circundado por uma segunda parede e corredor que abrange o pátio. Assim, o duplo eixo acompanha outros aspectos duais. Alguns dos relevos do corredor interior edas suas pequenas salas estão inacabados, forneçendo uma valiosa verificação dos metodos dos artistas deste período. Na face interior do corredor exterior encontam-se algumas cenas invulgares e bizaras e uma representação de um conjunto de instrumento que possivelmente são atribuidos serem de cirurgião.
Uma figura de Haroeris, na primeira sala hipostila, ressuscita uma antiga tecnica de adorno de relevos. Tem um buraco em vez do olho, que deve ter sido incrustado com vista a conferir opulência especial e vivacidade a figura do Deus.
O pequeno relicario romano de Hátor, a sul do pátio, é hoje utilizado para armazenar as mumias de crocodilos sagrados de uma necropole próxima. O poço á norte do templo (mostrado na foto acima) é complexo e devido a elevação deste, muito profundo. Tal como outros poços nos recintos do templo, este permitia que , dentro da zona sagrada, se tirasse agua pura, teoricamente proveniente das próprias agua primordias, evitando a poluição do mundo exterior.
FONTE: O MUNDO EGIPCIO DE JOH BAINES E JAROMIR MÁLEK
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